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Equipe de Corredores Azuis participará da Maratona de PoA

36ª Maratona Internacional de Porto Alegre será no dia 2 de junho. Serão 42km de prova

24 de Maio de 2019 às 14:00
Equipe de Corredores Azuis  participará da Maratona de PoA
Antes de participar da prova em Porto Alegre, equipe TAG/ Corredores Azuis fez dois treinos, um do trevo de São Miguel das Missões até as Ruínas e outro do trevo da URI até a Cruz Missioneira, em Entre- Ijuís (Foto: Divulgação)

Desde 2017, a equipe Corredores Azuis, tem na corrida uma maneira de divulgar e conscientizar sobre o autismo. “Atualmente, além do Rio Grande do Sul, estamos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Sergipe. Sendo esta a única equipe do Brasil voltada a causa e que em abril participou do desafio mundial da causa autista”, destaca o professor Fernando Benedetti, idealizador da equipe.

Também foi realizada a 3ª Rústica Autismo em Movimento, maior do Brasil na causa, tendo 244 corredores e 95 crianças.

E, neste ano, mais uma vez, para divulgar a causa autista, os Corredores participarão da 36º Maratona de Porto Alegre. “Juntando-se aos Corredores Azuis a equipe do personal Tarciso, formando a maior equipe de corredores do Brasil, na causa a TAG/Corredores Azuis”, afirma Benedetti.

Para divulgar a causa autista na região, foram realizados dois treinos longos, sendo um deles do pórtico de entrada de São Miguel das Missões até as Ruínas de São Miguel (16km) e outro com saída da URI até a Cruz Missioneira em Entre-Ijuís (12km).

“Hoje calcula-se que mais de 2 milhões de crianças são autistas, a incidência é de 1 para 36 meninos e 1 para 151 meninas. O autismo é um transtorno de desenvolvimento que compromete as habilidades de comunicação e interação social”,  o professor.

Os problemas de comunicação no autismo podem incluir não poder iniciar ou manter uma conversa social; comunicar-se com gestos em vez de palavras; desenvolver a linguagem lentamente ou não desenvolvê-la; não ajustar a visão para olhar para os objetos que as outras pessoas estão olhando; não se referir a si mesmo de forma correta, “por exemplo, dizer ‘você quer água’ quando a criança quer dizer ‘eu quero água’”, explica Bendetti.

Não apontar para chamar a atenção das pessoas para objetos (acontece nos primeiros 14 meses de vida); repetir palavras ou trechos memorizados, como comerciais; usar rimas sem sentido.
 

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