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Advogado da fábrica de pastéis contesta laudo de interdição emitido pela CRS
07 de Março de 2013 às 09:21
Advogado da fábrica de pastéis contesta laudo de interdição emitido pela CRS
Advogado da fábrica, Sérgio Rolim de Moura. Foto: Arquivo/JM

O advogado Sérgio Rolim de Moura está contestando o laudo da 12ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) que interditou a microempresa de produção de pastéis e pizzas localizada no Bairro Haller, supostamente acusada de ter fabricado os lanches que teriam intoxicado mais de 250 pessoas, no final do mês de fevereiro.

A interdição ocorreu no dia 27 de fevereiro, porém, o advogado da microempresa defende que a CRS não apresentou o motivo do fechamento. “A empresa foi aberta com a devida regularização e autorização da Vigilância Sanitária Estadual. Não foi comprovado que os produtos desta empresa foram os causadores da intoxicação alimentar, além disso a Coordenadoria Regional de Saúde não apreendeu nenhum equipamento, justamente porque não encontraram problemas. A empresa do meu cliente não apresentou nenhum indício de contaminação”, frisa.

O advogado observa que caso a CRS não reconsiderar os fatos e cancelar a interdição ingressará na Justiça Estadual com mandado de segurança, pleiteando a imediata reabertura da empresa.

O coordenador regional de saúde, Lói Biacchi, garante que não cancelará a interdição. “Estamos tranquilos que fizemos a coisa certa. Não estamos preocupados com pressões de advogados. A interdição se deu pela gravidade do problema que a empresa ofereceu aos pacientes, que aliás foram muito bem atendidos no Hospital Santo Ângelo. O Departamento de Vigilância Sanitária da CRS está preocupado com a saúde das pessoas”, finalizou.

Por Odair Kotowski (odair@jornaldasmissoes.com.br)

Fonte: Jornal das Missões

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