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BM monitora residências nas férias dos santo-angelenses

Operação Férias Tranquilas, que termina no início de março, visa coibir furtos e outros crimes

22 de Dezembro de 2011 às 07:00
BM monitora residências nas  férias dos santo-angelenses
Pelo menos uma vez em cada turno, um policial visita a residência cadastrada

A Brigada Militar (BM) de Santo Ângelo desenvolve até o início de março de 2012, a operação Férias Tranquilas. O objetivo é proporcionar ao santo-angelense mais tranquilidade para que desfrute de seu descanso com toda segurança.

Conforme o comandante do 7º Regimento de Polícia Montada (RPMon), major Eglacir Joel Oliveira Chaves, o morador que viajar para outra cidade, basta comparecer em um dos módulos da BM (central, bairro Pippi ou centro-norte) ou no quartel e fazer o cadastro de sua residência. 

Os dados serão utilizados no planejamento do policiamento ostensivo. A residência cadastrada receberá a visita diária, no mínimo uma vez em cada turno do dia, de um policial militar, o qual verificará as condições do local. Um comprovante da visita, com horário e identificação do policial que fez a vistoria, é deixado na residência.

No momento 12 residências estão cadastrados. “Este cadastro é rotativo. Na medida em que o morador vai retornando de suas férias, outros vão se cadastrando”, explica o major Chaves afirmando que a atuação dos policiais militares nesta operação é subsidiária, sendo importante que o morador também tome medidas preventivas necessárias de segurança patrimonial.

Para o sucesso da operação, o comandante orienta que o morador, ao sair de casa, elimine pontos vulneráveis e tranque bem portas e janelas. Que procure conhecer vizinhos (onde trabalham, telefones, hábitos, horários de saída e chegada) antes de informa-los de suas ausências prolongadas. Também orienta que evite deixar a casa na escuridão (significando abandono) e não deixe luzes acesas ininterruptamente (durante o dia e a noite). Também, que mantenha o pátio bem iluminado e cancele as entregas periódicas de jornais e revistas, pedindo para alguém de confiança recolher as correspondências.

Por Odair Kotowski

Fonte: Jornal das Missões

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