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JM nasceu como uma janela para a liberdade
13 de Julho de 2013 às 13:31
JM nasceu como uma janela para a liberdade
Adroaldo Loureiro, fundador do Jornal das Missões: “Implantamos um órgão de imprensa democrático, comunitário, independente e comprometido com a liberdade e o desenvolvimento econômico, social e cultural de Santo Ângelo e das Missões”

Fundador do Jornal das Missões em 1983, junto a seu sogro Marcelino Debacco, Adroaldo Mousquer Loureiro destaca, em entrevista, os princípios que nortearam a criação deste impresso, principalmente a democracia. Loureiro fala também dos desafios superados há 30 anos.

 

JORNAL DAS MISSÕES – O que o motivou a criar o Jornal das Missões?

ADROALDO LOUREIRO – Há 30 anos, os ventos da democracia voltavam a soprar no Brasil, entretanto aqui em Santo Ângelo, os veículos de comunicação (rádios e jornal) seguiam a linha da ditadura, sem espaço para o debate social. Havia notória discriminação política.

Neste quadro, decidimos implantar um órgão sintonizado com os novos tempos. Democrático, comunitário, independente e comprometido com a liberdade e o desenvolvimento econômico, social e cultural de Santo Ângelo e das Missões.

Assim nasceu o JM, uma janela para a liberdade.

 

JM – Quais foram os principais desafios da época?

LOUREIRO – O início foi árduo. Enfrentamos dificuldades de toda ordem, pois contrariávamos o poder político e econômico instalado há décadas no município. Havia desconfiança, boicote e muitos obstáculos a superar para conquistar a confiança da comunidade.

Mas, com determinação e coragem, enfrentamos e gradativamente fomos consolidando aquele projeto, hoje vitorioso.

Foi fundamental o apoio do saudoso empresário Marcelino Debacco, meu sócio desde o início, e de uma valorosa equipe de funcionários, gráficos e jornalistas, que foram decisivos para o êxito do empreendimento, com quem tenho que dividir a alegria pelos 30 anos de atividades do JM.

 

JM – Que papel o Jornal das Missões desempenha na comunidade?

LOUREIRO – O JM é um agente do desenvolvimento e da integração comunitária e regional. Sempre cumpriu o compromisso de noticiar e apoiar todas as iniciativas que visem à cooperação, à solidariedade, o somatório de esforços, à solução de problemas e o progresso da região.

 

JM – Nesses 30 anos de jornal, qual a principal marca do JM?

LOUREIRO – Ao longo do tempo consolidamos o JM como parceiro de todas as boas causas da comunidade. Democrático e comunitário, sem ranços ou discriminações. E conquistamos a confiança e a credibilidade junto à comunidade. E esta é a nossa maior marca e conquista.

 

JM – O que podemos esperar do JM para os próximos 30 anos?

LOUREIRO – Hoje, sob o comando da Neiva, da Robriane, do Roberto e com a supervisão do Eduardo, e contando com uma qualificada equipe de profissionais – a melhor, sem dúvida – o futuro do JM é muito promissor. Está adequado aos novos tempos e desafios, moderno, mas com os mesmos compromissos, princípios e valores que ensejaram a sua criação.

O Jornal das Missões é uma instituição da sociedade santo-angelense. E terá vida longa e muitos compromissos pela frente! Parabéns Santo Ângelo!

Fonte: Jornal das Missões

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