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Saiba como ajudar a Associação Santo-angelense de Proteção aos Animais

Campanhas são divulgadas pelas redes sociais, principalmente no Instagram (@aspasantoangelors)

21 de Maio de 2019 às 09:51
Saiba como ajudar a Associação Santo-angelense de Proteção aos Animais
Jéssica do Amaral Souza, Daiana Rigo, Simone Moura Monteiro, Anadege Cavalli e Juliete Lisik (Foto: Daniele Angnes/JM)

Desde abril a Associação Santo-angelense de Proteção aos Animais (Aspa), tem nova diretoria. A equipe, formada pela presidente Simone Moura Monteiro e pela vice Juliete Lisik, pelas conselheiras fiscais Anadege Cavalli e Jéssica do Amaral Souza e pela secretária Daiana Rigo, atua de forma voluntária.

A entidade tenta suprir a demanda de animais abandonados no município, que encontram-se em situação de risco, sofrimento extremo ou vítimas de maus tratos. Para que isso seja possível, depende de doações da comunidade.

Desde que o grupo assumiu, busca promover feiras de adoção (como na Fenamilho e na Praça da Catedral no último domingo (19)) e campanhas de arrecadação de valores para manter os custos dos animais abrigados – hoje no lar de passagem Amor Animal, de Entre-Ijuís. “Quando assumimos, tínhamos mais de 100 animais lá, depois das campanhas esse número reduziu bastante”, conta Simone. “Conseguimos adoção para vários cães, inclusive mais velhos, castrados e que estavam há muito tempo lá”, acrescenta.

Juliete Lisik, vice-presidente, afirma que mais de 50 animais da Aspa já saíram do lar temporário. “Só na Fenamilho conseguimos doar mais ou menos uns 35 cães”, diz. Destes, 15 eram da Aspa, os demais haviam sido recolhidos e não chegaram a ir ao lar.

Simone explica que a Aspa não tem uma sede que abrigue os animais. “O lar temporário é uma empresa. Lá estão os cães da Aspa, os apadrinhados, os animais de outras entidades protetoras e agora os que estavam abrigados no Rancho LM”, detalha a presidente.

A gestão da Aspa é de três anos. Ao longo deste período, a diretoria explica que a cada semana são pensadas ações para arcar com os custos de alimentação e manutenção do espaço utilizado pelos animais abrigados da Aspa.

COMO AJUDAR
As doações podem ser feitas em dinheiro, em ração, em vermífugos, de material de higiene (para limpeza do ambiente que os animais ficam) ou de serviços profissionais.

Os valores podem ser depositados na conta-corrente 49.888-3, agência 0307, do Sicredi, em nome da Aspa (CNPJ 95.287.082/0001-03).

As despesas que a entidade tem são com atendimentos veterinário, às vezes, resgates, castrações, vacinas dos animais (que estão atrasadas).

As doações em ração podem ser feitas de qualquer quantidade, não é preciso ser de uma marca específica, mas o pedido é que tenha mais de 17% de proteína. “Toda a semana precisamos encaminhar ao lar cerca de 400 a 420 kg de ração”, detalha Simone.

Todas as campanhas são divulgadas pelas redes sociais, principalmente no Instagram (@aspasantoangelors).

LAR TEMPORÁRIO
A entidade não possui sede própria. Todas as ações (desde resgates até campanhas de adoção), feitas pela diretoria, são de forma voluntária.

“A sugestão da Aspa é de que se viu um animal em caso necessidade de resgate por maus tratos comprovados, atropelamento, idosos, fêmea prenhas ou com filhotes, que a população também faça sua parte.
Abrigue temporariamente o animal na sua residência até que a ONG consiga um lar permanente através da adoção”, ressalta Simone.

Aspa não está mais levando seus cães para o abrigo em Entre-Ijuís, está permanentemente promovendo feiras de adoção para retirada dos albergados de lá.

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